João Madureira, presidente da Confraria do pão alentejano já interpôs um recurso para o Tribunal da Relação. Em causa a decisão do Tribunal do Redondo que proíbe aquela confraria de fabricar o pão regional. Este é para aquele tribunal um caso de saúde pública. Para o juiz, o facto de o pão ser tradicional e com um valor intrínseco não o coloca, por si, acima da confiança do consumidor.
Recorde-se que em Março de 2008 a ASAE no seguimento de uma fiscalização à confraria entendeu não estarem reunidas todas as condições de higiene, assim como licenciamento e, em consequência, ordenou a suspensão do fabrico.
Factos que o responsável máximo pela confraria
refuta, alegando que por se tratar de uma confraria não está sujeita às normas europeias das empresas com fins comerciais.
A confraria continua, por agora, com as suas actividades de divulgação do ciclo do pão.